Em 62% dos casos, uma IA usa o conteúdo de uma marca como fonte e nunca menciona o nome dela na resposta, segundo estudo da Semrush em parceria com Kevin Indig, publicado em junho de 2026. Se a sua empresa mede presença em IA só pela citação, você pode estar comemorando um resultado que o cliente nunca percebeu. A seguir, você entende como aumentar a citação da sua empresa nas IAs de verdade, as camadas reais entre aparecer como fonte e ser de fato recomendado, com pesquisa recente e um case real da Upsend Brasil.
O estudo que popularizou o termo GEO, de Aggarwal et al., é de 2024 e continua sendo o fundamento histórico da área: foi o primeiro a testar, de forma controlada, o que aumenta a chance de citação numa resposta de IA. Mas 2025 e 2026 trouxeram pesquisa nova, maior e mais específica, e tratar só o estudo de 2024 como se ele explicasse como ChatGPT, Gemini e Google respondem hoje seria ignorar dois anos de evolução do campo.
RESPOSTA RÁPIDA
Aumentar citação nas IAs não depende de uma técnica isolada, depende de um funil completo: seu conteúdo precisa ser descoberto, selecionado como fonte, absorvido pela resposta e, só então, a marca precisa ser mencionada pelo nome. Segundo a Semrush, 62% das citações não geram menção de marca. Segundo a Ahrefs, menção externa da marca correlaciona mais com visibilidade em IA do que link. Medir cada etapa separadamente é o que decide se a estratégia está funcionando.
Última atualização: agosto de 2026. GEO é um campo que muda rápido, vamos atualizar este conteúdo sempre que uma pesquisa relevante nova mudar o que está descrito aqui.
NESTE ARTIGO
- As seis camadas que aumentam a citação da sua empresa nas IAs
- Aparecer como fonte não é o mesmo que ser mencionado
- Cada motor de IA se comporta diferente
- O que faz um conteúdo ser absorvido, não só citado
- Autoridade da marca pesa tanto quanto o conteúdo
- Antes e depois: como reescrever um trecho para ser mais citável
- Como testar isso na sua empresa
- O case Aquae: de 14 para 20 pontos de visibilidade em IA
- O que não fazer
- Como a Upsend Brasil aplica isso na prática
- O que essas pesquisas não provam
As seis camadas que aumentam a citação da sua empresa nas IAs
Aumentar citação é só parte do problema. O modelo abaixo é uma síntese interpretativa da Upsend Brasil, construída a partir de pesquisas recentes sobre como motores de IA generativa buscam, selecionam e usam fonte, não um framework oficial de nenhuma delas. Ele descreve seis camadas, e cada uma depende da anterior estar resolvida.
Descoberta, o mecanismo de busca da IA encontra o seu conteúdo entre as fontes candidatas
Seleção, seu conteúdo é escolhido como fonte pra aquela resposta específica
Absorção, o conteúdo contribui de fato com linguagem, dado ou estrutura pra resposta final
Menção, o nome da sua marca aparece explicitamente no texto da resposta, não só como link
Autoridade, sinais externos à sua marca ajudam a IA a reconhecer e contextualizar quem você é
Mensuração, acompanhar cada camada separadamente ao longo do tempo, não só o resultado final
Boa parte do mercado ainda trata “aparecer na IA” como um resultado só. Não é. Uma página pode ser descoberta e nunca selecionada. Pode ser selecionada e nunca absorvida de verdade. Pode ser absorvida e a marca ainda assim não ser mencionada. E pode ser mencionada uma vez, num teste, sem repetir isso de forma consistente o suficiente pra virar autoridade. Cada seção a seguir trata de uma dessas camadas.
Aparecer como fonte não é o mesmo que ser mencionado
A Semrush, em parceria com Kevin Indig, analisou 3.981 aparições de domínio para 115 prompts, rodados em 14 países, em quatro motores: ChatGPT, Google AI Overviews, Gemini e Google AI Mode. O achado central: 61,7% das aparições foram “ghost citations”, a IA usou a página como fonte, mas nunca disse o nome da marca na resposta. Só 13,2% foram citadas e mencionadas ao mesmo tempo.
Isso importa comercialmente porque um cliente que lê a resposta de uma IA não clica na lista de fontes, ele lê o texto. Se o texto nunca disse o nome da sua empresa, o fato de você ter sido a fonte não gerou reconhecimento de marca nenhum pra quem estava do outro lado da tela.
O estudo também mediu a taxa de menção por país. Brasil ficou entre os mercados com menor taxa, 18% a 22%, mesmo com taxa de citação alta, 82% a 94%. Índia e Suécia lideram com 50%. Isso sugere que o problema da citação fantasma é ainda mais presente aqui do que a média global do estudo.
O comprimento e a formulação do prompt também mudam o resultado. Consultas curtas e conversacionais, do tipo “devo comprar ou alugar”, geraram taxa de menção perto de 100% no estudo. Consultas longas e estruturadas, sobre o mesmo tema, geraram só 2% a 3%. E o tipo de intenção importa: prompts comparativos (“melhor X”, “X vs Y”) geram 2,4 vezes mais menção do que prompts informacionais puros.
Cada motor de IA se comporta diferente
Tratar “as IAs” como um sistema único esconde diferença de comportamento real. Pesquisadores da Universidade de Toronto, em estudo de setembro de 2025, encontraram viés sistemático e forte de mecanismos de IA generativa por earned media, conteúdo de terceiros e veículo independente, em comparação com conteúdo de marca própria ou social, um padrão bem mais equilibrado no Google tradicional.
O estudo da Semrush aprofunda isso por motor específico. Gemini menciona a marca em 83,7% das aparições, mas só gera link de citação em 21,4% delas, um comportamento de “conversador” que já parece saber a resposta. ChatGPT faz o oposto: cita em 87% das vezes, mas menciona a marca em só 20,7%, mais perto de um artigo acadêmico cheio de nota de rodapé. Google AI Overviews fica no meio, pendendo pra citação. Google AI Mode menciona quase o dobro da taxa do ChatGPT.
TAXA DE MENÇÃO DE MARCA POR MOTOR
Fonte: Semrush e Kevin Indig, estudo de Ghost Citations, 2026. Google AI Mode e AI Overviews sem percentual exato divulgado, posicionados de forma aproximada com base na descrição do estudo.
Otimizar pra um motor só e assumir que o resultado se repete nos outros é o erro mais comum que vemos. No mesmo estudo, quase não houve sobreposição entre as marcas que o ChatGPT citou e as que o Gemini nomeou, para os mesmos prompts.
Sua marca já sabe como aparece em cada motor, separadamente?
A maioria das empresas testa só o ChatGPT e assume que o resultado se repete no Gemini ou no Google. O diagnóstico gratuito mapeia sua presença motor por motor, antes de qualquer recomendação técnica.
Solicitar Diagnóstico GratuitoO que faz um conteúdo ser absorvido, não só citado
Um estudo de abril de 2026, de pesquisadores independentes (Zhang Kai, He Xinyue e Yao Jingang), analisou 602 prompts controlados, 21.143 citações válidas e 18.151 páginas efetivamente coletadas, em ChatGPT, Google AI Overview/Gemini e Perplexity. A contribuição principal é separar duas coisas que a maioria confunde: ser selecionado como fonte e ser de fato absorvido, ou seja, contribuir com linguagem, estrutura ou dado pra resposta final.
Os motores citam com amplitude diferente: Perplexity e Google citam mais fontes em média por prompt, enquanto o ChatGPT cita menos fontes, mas cada página que ele cita tem influência média muito maior na resposta final. Ou seja, aparecer citado pelo ChatGPT com menos frequência pode valer mais do que aparecer citado várias vezes pelo Perplexity com pouca influência em cada citação.
INFLUÊNCIA MÉDIA DA PÁGINA CITADA, POR MOTOR
Fonte: Zhang, He e Yao, 2026. Índice médio de influência da página citada na resposta final, escala do próprio estudo.
Um achado que contraria prática comum: só formatar conteúdo como pergunta e resposta teve efeito fraco sozinho, páginas em formato Q&A tiveram influência média levemente menor do que páginas fora desse formato no estudo. O que teve mais peso foi densidade de evidência extraível, como definição clara, número, comparação e procedimento, mais do que o formato do texto em si. Página de enciclopédia, por exemplo, teve influência média bem maior que página de notícia, mesmo notícia sendo citada com mais frequência.
Autoridade da marca pesa tanto quanto o conteúdo
A Ahrefs publicou, em maio de 2026, um relatório com 13 estudos sobre como plataformas de IA descobrem e citam marca, envolvendo cerca de 75 mil marcas analisadas. O achado mais citado do relatório: menção no YouTube correlacionou mais fortemente com visibilidade de marca em IA do que qualquer outro sinal medido. Volume de link e quantidade total de página, os dois pilares clássicos do SEO técnico, mostraram correlação fraca.
Vale a ressalva que o próprio estudo também pede: correlação não é prova de causa. O relatório mostra que marca com mais menção no YouTube tende a aparecer mais em resposta de IA, não que publicar no YouTube necessariamente causa isso. Empresas com marca já mais forte também tendem a ser mais mencionadas em qualquer canal, YouTube incluído.
Isso reforça um ponto que já vínhamos discutindo em outro artigo, sobre o que fazer para que a sua empresa seja recomendada pela IA: otimizar o próprio conteúdo é só metade do trabalho, a outra metade é sinal externo, fora do seu domínio.
Antes e depois: como reescrever um trecho para ser mais citável
Juntando os achados acima, dá pra transformar um trecho genérico num trecho mais absorvível. O exemplo abaixo é ilustrativo, construído a partir dos princípios que os estudos revelaram, não um trecho real de um cliente.
ANTES
“Muitas empresas têm dificuldade para aparecer em buscas com inteligência artificial hoje em dia, e é importante ter uma boa estratégia de conteúdo para se destacar nesse cenário.”
DEPOIS
“61,7% das citações de IA não geram menção de marca, segundo a Semrush (2026). Isso acontece porque a IA separa duas decisões, qual página usar como fonte e se vale citar o nome da marca no texto. Empresas que aparecem mencionadas com mais frequência tendem a ter presença consistente fora do próprio site, não só conteúdo bem escrito.”
O que mudou: a afirmação genérica virou dado verificável com fonte nomeada e ano. A frase vaga sobre “ter uma boa estratégia” virou explicação de mecanismo, o porquê, não só o quê. E o texto passou a nomear um comportamento concreto que diferencia quem é mencionado de quem não é, exatamente o tipo de trecho que os estudos descritos até aqui indicam como mais absorvível.
Como testar isso na sua empresa
O processo abaixo é a forma como operacionalizamos esses achados nos nossos projetos, não uma receita cientificamente comprovada por nenhuma das pesquisas citadas. É um método prático, baseado na evidência disponível até agora.
AÇÃO
Identificar as perguntas reais que seu cliente faria a uma IA sobre o problema que você resolve.
IMPACTO
Define o que testar antes de tentar otimizar qualquer coisa.
AÇÃO
Rodar esse conjunto fixo de prompts nos principais motores e registrar quem aparece, marca própria e concorrente.
IMPACTO
Mostra a linha de base real, não a suposição de onde você está.
AÇÃO
Comparar seu conteúdo e sua autoridade externa com as fontes que já estão sendo usadas nas respostas.
IMPACTO
Revela a lacuna real entre você e quem já é citado.
AÇÃO
Aumentar a citabilidade do conteúdo: dado verificável, fonte nomeada, definição, comparação, procedimento.
IMPACTO
É o fator com mais evidência de aumentar seleção e absorção nos estudos citados.
AÇÃO
Fortalecer a autoridade da entidade: identidade consistente, menção externa, reputação, presença fora do site.
IMPACTO
É o fator com mais evidência de aumentar menção, segundo a Ahrefs.
Depois de rodar a primeira leva, repita o mesmo conjunto de prompts periodicamente, no mínimo mensal, e compare resultado com resultado, nunca período isolado. Registre, pra cada prompt e motor: se a marca foi citada, se foi mencionada, quais outras marcas apareceram, quais URLs foram usadas como fonte, e a data exata do teste. Isso vira sua base de Share of Voice em resposta generativa.
O case Aquae: de 14 para 20 pontos de visibilidade em IA
Há um ano, perguntar a uma IA onde comprar uma peça da Deca original e com garantia em Belo Horizonte dificilmente trazia a Aquae na resposta. Hoje, a mesma pergunta coloca a marca em primeiro lugar, citando mais de mil avaliações e nota 4,9 no Google como prova de confiança. A Aquae, cliente da Upsend Brasil, é um exemplo real e público dessa mudança, acompanhada mês a mês, não um teste único.
Isso aparece no acompanhamento contínuo: a pontuação de visibilidade em IA da Aquae, numa escala de 0 a 100, saiu de 14 para 20 pontos entre outubro de 2025 e agosto de 2026. O dado mais importante não é o número final, é de onde ele saiu: há um ano, a marca tinha pontuação zero no ChatGPT. Hoje, tem 24. No Gemini, não havia nem dado registrado. Hoje, tem 28.
VISIBILIDADE EM IA DA AQUAE: OUTUBRO/2025 X AGOSTO/2026
Visibilidade total (escala 0-100)
ChatGPT
Gemini
Modo IA e Visão Geral criada por IA (SGE) se mantiveram estáveis em 14 pontos no período, sem queda. Fonte: monitoramento próprio Upsend Brasil, GSC e ferramenta de visibilidade em IA.
O número de vezes que a marca foi mencionada pelo nome cresceu 60% no período, e o de vezes que o site foi usado como fonte cresceu 53%, sempre no acumulado dos últimos seis meses. No Google Search Console, o recurso de IA generativa (ainda em beta) registrou 29,7 mil impressões da Aquae nos últimos três meses, com volume constante e picos recentes passando de 500 impressões diárias na segunda quinzena de agosto. Testamos manualmente uma consulta real de compra na região: a resposta apontou a Aquae como líder em toda a região de Belo Horizonte, citando mais de mil avaliações e nota 4,9 no Google, e colocou a marca em primeiro lugar entre as opções recomendadas, à frente do principal concorrente direto da região.
PERSPECTIVA DE QUEM ACOMPANHA
No projeto da Aquae, o ganho maior não veio de um ajuste isolado, veio de manter dado estruturado, reputação local (avaliação, nota, consistência de informação) e conteúdo de resolução de problema rodando ao mesmo tempo, durante meses. O salto do Gemini, de zero pra 28, só apareceu depois que as outras camadas já estavam em pé.
100% das menções registradas da marca têm origem no Brasil, o que confirma que o ganho é de mercado local relevante, não ruído de teste em outro país. Um estudo de caso completo sobre o projeto Aquae está em preparação e será publicado separadamente.
O que não fazer
Tão importante quanto saber o que funciona é saber o que gasta tempo e recurso sem sustentar resultado, ou pior, gera penalidade de confiança.
Keyword stuffing, densidade de palavra-chave tem efeito quase nulo em citação de IA, segundo pesquisa desde 2024.
Citação artificial ou estatística sem fonte nomeada, o risco de ser descartado pela IA é maior do que o ganho de “parecer” autoritativo.
Conteúdo genérico sem dado verificável, exatamente o tipo de texto que os estudos mostram como menos citável e menos absorvido.
Criação massiva de página com IA sem revisão, quantidade não substitui profundidade nem evidência extraível.
Tentar manipular menção externa (review falso, menção comprada sem contexto editorial real), o tipo de sinal que motores de IA e usuário humano identificam como não confiável.
Tratar qualquer aparição em IA como sucesso, uma citação sem menção, como visto neste artigo, não gera reconhecimento de marca nenhum.
Como a Upsend Brasil aplica isso na prática
Aqui na Upsend Brasil, as pesquisas citadas neste artigo não substituem diagnóstico, complementam. Usamos o Método I.M.R., nossa metodologia proprietária, pra mapear identidade, menção e reputação antes de qualquer ajuste técnico de conteúdo, porque estatística e citação bem colocadas não compensam uma marca que a IA ainda não reconhece como confiável.
Dividimos cada projeto em duas frentes que rodam ao mesmo tempo desde o primeiro mês: conteúdo citável, dado verificável, definição, comparação, procedimento, resposta direta, e autoridade da entidade, identidade consistente, especialista identificável, menção externa, reputação. Rodamos as duas juntas de propósito: conteúdo citável sem autoridade não converte confiança, autoridade sem conteúdo citável não converte citação. Uma sem a outra entrega metade do resultado.
No diagnóstico que fizemos antes de começar o projeto da Aquae, o Método I.M.R. já mostrava reputação local forte, avaliação alta, nota consolidada, mas nenhum conteúdo estruturado o bastante pra virar fonte citável. Foi esse gap entre reputação e conteúdo, não falta de reputação, que direcionou as primeiras entregas do projeto, e foi o que abriu espaço pra pontuação sair de 14 pra 20 nos meses seguintes.
COMO TRABALHAMOS ISSO NA UPSEND BRASIL
Fomos uma das primeiras agências do Brasil a tratar GEO como prioridade, e hoje aplicamos esse aprendizado em mais de 350 projetos de pequenas a grandes empresas
Tratamos SEO e GEO como uma frente só desde o primeiro projeto que fizemos, nunca dividimos isso em dois contratos ou dois times
Acompanhamos a presença em IA de cada cliente mês a mês, não em teste pontual, o mesmo modelo que sustentou o resultado da Aquae
Aplicamos o Método I.M.R. em todo projeto antes de qualquer ajuste técnico, porque já vimos conteúdo tecnicamente perfeito não converter citação por causa de gap de autoridade que ninguém tinha diagnosticado
Sua empresa já sabe em qual camada está travada?
O diagnóstico gratuito segue o Método I.M.R. e mapeia descoberta, seleção, absorção, menção e autoridade antes de qualquer recomendação técnica.
O que essas pesquisas não provam
As pesquisas citadas neste artigo têm metodologia, amostra, mercado e motor diferentes entre si. A da Toronto é um experimento controlado. A de citação e absorção é observacional, sobre dado público de um período específico. A da Semrush cobre 14 países com 115 prompts. A da Ahrefs cobre 75 mil marcas, mas é majoritariamente correlacional. Somar os números de estudos diferentes como se fossem uma base única distorce o que cada um realmente mediu.
Nenhum resultado aqui deve ser lido como lei universal sobre como ChatGPT, Gemini ou qualquer outro sistema vai se comportar amanhã. Esses motores mudam de versão com frequência, e o próprio campo de GEO tem menos de dois anos de pesquisa empírica publicada. O estudo de Aggarwal et al., de 2024, prova isso bem: foi fundamental pra nomear o campo, mas sozinho já não descreve o comportamento de motor nenhum em 2026.
Aplicar o que está descrito aqui aumenta a probabilidade de presença em resposta de IA, não garante ela. Meça antes e depois, no seu próprio conjunto de prompts, antes de prometer resultado a qualquer cliente ou stakeholder interno.
Ser citado, ser mencionado e ser recomendado são coisas diferentes
O diagnóstico gratuito mapeia onde a sua empresa está em cada uma dessas camadas hoje, com o mesmo método que já elevou a visibilidade em IA da Aquae de 14 para 20 pontos.
SOBRE O AUTOR
Ítalo Ribeiro
Co-Fundador e Diretor Executivo, Upsend Brasil
Ítalo Ribeiro é Co-Fundador e Diretor Executivo da Upsend Brasil. Especialista em SEO técnico e GEO, lidera a implementação de estratégias de otimização para mecanismos de busca tradicionais e IAs generativas. Desenvolve automações e soluções com IA aplicada ao marketing digital desde 2022.
Metodologia e fontes primárias: Aggarwal et al. (KDD 2024), Chen et al. (Universidade de Toronto, 2025), Zhang, He e Yao (2026), Ahrefs AI Search Benchmark (2026), Semrush e Kevin Indig (2026), e dados de monitoramento próprio de clientes da Upsend Brasil.
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